
A dama das formas
Oh poetisa
Tu, que sem palavras,
beleza recita
Teu pincel são as asas
de tua alma aflita
Se das cores que cobrem o branco
Surgem as formas de um poema
Tú és a arte, o leme do barco
És a deusa por quem o mortal queima
Se minha pena
que palavras tenta borrar
Fosse como teu pincel
mundos eu iria criar
E se mundos surgem de teus dedos
muito teu coração tem a contar
não saberei teus segredos
E não vou por eles chorar
Esse post foi publicado na categoria "Poemas", em 02/10/06 às 17:10.
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comentários










Belissimo isso que você escreveu , Christian!!!
Bjs
O poema acima me remeteu a Fernando Pessoa… Será?…