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Dos nomes, o seu.

Por Christian Gurtner em 07/10/06

Caíste em prazeroso deleite, oh coração
Não gritavas o nome dela, mas a ouvia sussurrar
E sua alva pele era só perfume
seu perfume
Um fino manto de beleza que cobria curvas
belas como as colinas do Éden.
O calor de seu corpo em troca,
fizeste a ti, oh coração, repousar em seu seio.

E os primeiros raios de sol iluminaram seu corpo
o dela
E revelou formas que fariam a razão falhar em sua ânsia
E o desejo, tão forte quanto a beleza, te ignorou
oh coração.
Sei que não gritas o nome dela,
mas dos nomes, o seu é o que causa tal desejo
E a recompensa é o nirvana carnal, que conseguira apaixonar até a ti,
oh coração.



Esse post foi publicado na categoria "Poemas", em 07/10/06 às 14:10.
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