É nas noites solitárias
No silêncio da escuridão
No frio das estrelas
E na voz sussurrada
Nos delicados rostos
Nas pálpebras pesadas
Nas lembranças melhoradas
Nos sonhos importantes
E nos desejos banais
Na sede repentina
Na brisa da madruga
No sono dos mortais
É na incerteza
E nas mais convictas verdades
Que vejo a grande e misteriosa brincadeira
Que é viver

Os tempo está mudando