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Eternamente Adeus

Por Christian Gurtner em 07/05/07

Derrete como gelo
o último adeus
Este, que dentre vários outros
marca o fim
marca o início
Do adeus não surgiu lágrimas
nem sorrisos
Mas derrete com o vazio

O último adeus, pudera,
não ser mais um de vários outros
que canta vibrando teus lábios
e dilacera o coração com o brilho de teus olhos

Não mais! Proferiu.
Não mais! Gritou
Não mais? Perguntou
Não mais…? Lamentou

Mais! Sempre mais!
Há vida enquanto há riso.
Há vida enquanto há abraço.

Há vida mesmo sem tudo isso.
Mas há vida mais bela
quando corações se prensam
olhos se cruzam
mãos se tocam
e almas navegam juntas o mar da solidão.



Esse post foi publicado na categoria "Poemas", em 07/05/07 às 12:05.
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3
comentários
  1. Priscilla Hollerbach disse:

    Mais! Sempre mais!
    Há vida enquanto há riso. Enquanto há sonhos…
    Há vida enquanto há abraço. Enquanto há saudade…

    Há vida mesmo sem tudo isso. Mesmo sem a presença…
    Mas há vida mais bela
    quando corações se prensam e batem simultaneamente…
    olhos se cruzam e silenciosos trocam palavras…
    mãos se tocam e se aquecem…
    e almas navegam juntas o mar da solidão. Solidão…

    Escrito em 16/05/2007 às 22:05
  2. [riffly_audio]4CD2BF2E154011DDBBFBD0A456B4F508[/riffly_audio]

    Escrito em 28/04/2008 às 14:04
  3. crisnery disse:

    Sensível..e interessante..nos faz sentir um conflito de sentimentos..
    Será que é melhor acreditar que há sempre mais, ou entender que acabou ?
    Não sei…sonhos são lindos, quando compartilhados rsss..
    Beijo, adorei!!!

    Escrito em 07/07/2008 às 22:07

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