
Pleonasmo de palavras inúteis
É fato real: eu gosto de escrever palavras da mesma forma que gosto de ler textos. Isso é comum em várias pessoas de vários países do mundo. O hábito da leitura de textos deveria ser regra geral no mundo, pois existe uma multidão de pessoas que nuncam tocaram num livro. Há muitos anos atrás conheci um general do exército que tinha uma filha que toda vez que via um livro abria um sorriso nos lábios, como se a leitura fosse seu habitat natural. Mas recentemente ela morreu logo depois de se casar com seu marido. Eu fui ao enterro para dar meus sentidos pêsames ao viúvo da falecida. Ele então me encarou de frente e eu pude ver labaredas de fogo saindo de seus olhos quando ele gritou alto: Vai to…. Bem, depois disso saí pra fora e nunca mais compareci pessoalmente na casa dele.
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Versão sem pleonasmo:
É fato: eu gosto de escrever da mesma forma que gosto de ler. Isso é comum em várias pessoas de vários países. O hábito da leitura deveria ser regra no mundo, pois existe uma multidão que nunca tocou num livro. Há muitos anos conheci um general que tinha uma filha que toda vez que via um livro abria um sorriso, como se a leitura fosse seu habitat. Mas recentemente ela morreu logo depois de casar. Eu fui ao enterro para dar meus pêsames ao viúvo. Ele então me encarou e eu pude ver labaredas saindo de seus olhos quando ele gritou: Vai to… Bem, depois disso saí e nunca mais compareci a casa dele.
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Não usei parágrafos para que você pudesse contar as linhas e concluir que: Pleonasmo causa L.E.R.!
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Muito interessante, só que é preciso tomar muito cuidado com o exagero quando se trata de pleonasmos.
Antes que eu esqueça, parabéns pelo livro! Talvez um pouco idealista demais, mas gostei bastante.
Pleonasmo até que dá pra admitir, afinal, geralmente trata-se de vício de linguagem, o duro mesmo é o tal gerundismo… Aliás, quando você vai estar gravando o próximo podcast?????
Hehe,
Abraços
Muito bom o texto, mesmo que alguns pleonasmos tenham ficado MUITO exagerados, como “fato real”…
Christian, afinal, qual o motivo do viúvo ter se enfurecido daquela maneira? fiquei curioso…
Quem sabe você neste texto não é um Serial Killer e foi no enterro de sua vítima? resta saber o que o senhor andou aprontando para que o viúvo ficasse assim… hehe
Faz 1 mês que terminei de ouvir todos os Podcasts, foi realmente uma viagem, minha mente navegou por todas as histórias, e confesso que algumas chegaram a dar medo, outras arrepiavam em momentos de tensão… após ouvir 7 podcasts um atras do outro, cheguei ao ponto de acreditar que o trem realmente existia (fisicamente)…
Continue seu ótimo trabalho, muito sucesso, e fique em paz (=
Inacreditavel mas consegui rir muito com o testo cheio de pleonasmos.
Muito bom, atenção em nossos textos nunca são demais. Mas por coincidência(ou não) achei um engano na última linha da correção:
- …Bem, depois disso “saí pra fora” e nunca mais…
Deixou escapar esse, hein?
Grande abraço, Christian.
Olá, ilustríssimo, Robson! Gerúndio, não, por favor! rs
O podcast já está em produção… Abraços
Eu? Que isso? De forma alguma. Leia o texto de novo… rs Abraços e obrigado.
Sempre que leio um texto como esse eu gelo e me pergunto em quantos de meus textos há coisas desse gênero…
Abraços!
Muito legal esse texto.
O pleonasmo, de certo modo, já faz parte da nossa vida.
Não só ao escrever ‘textos’ como ao falar ‘palavras’.
É muito comum na minha vizinhaça algo como:
“Menino, entra já pra dentro!”
“Ei, tu vai subir lá pra cima?”
Interessante e engraçado =D Realmente a diferença é nítida, depois disto fico pensando se pleonasmo é freqüente em meus textos… vou me policiar mais e assim evitar a LER, sem deixar de ler.