
Podcast No63 – Em busca de um herói
Quando surgirá um herói para nos salvar? Ouça essa saga sobre nossa busca por heróis.
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Esse post foi publicado na categoria "PodCast", em 19/05/09 às 18:05.
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comentários











Grande Christian! Tardou mas enfim temos o nosso podcast novamente! Já estou baixando para conferir! Em breve meu comentário a respeito.
Abraços!
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Saudações, Christian!
Confesso que estava ansiosa por este podcast. Te conheci através do podcast nº 48 – Verdade – e desde então virei sua fã! Fã? Talvez não… é! Definitivamente, fã, nâo! Encontrei, sim, uma pessoa que tem as mesmas dúvidas que eu, os mesmos questionamentos, muitos pontos de vista em comum e, principalmente, uma criatividade imensa para expressar suas idéias! Eu pretendo me manter na literatura mesmo…
Christian, viajei em seu trem, relembrei minhas vidas passadas na Grécia, Roma, Avalon, Normandia e em tantas outras jornadas mas me senti em casa quando visitei o Castelo de Lowenttur!
Confesso que, em nossa partida desesperada, torci o pé e esta dor me acompanha ainda hoje. Também lembro saudosa nosso retorno e garanto que estou sempre presente em nossos encontros em Lowenttur!
Christian, acabo de ouvir sobre nossa necessidade de heróis (este podcast) e mais uma vez concordo com você: “se querem conhecer o carater de uma pessoa, deem-lhe poder”. Não precisamos de heróis, não heróis que imponha sua verdade. Precisamos sim, e muito, dos heróis cotidianos, aqueles que nos dão um “Bom dia!”, sabem o significado de palavras simples como “Por favor”, “Obrigada”, “Com licença”… e que também não se intimidem com os que falam mais alto e saibam agir.
Bem, acho que já escrevi muito…
Quero agora parabenizá-lo por este TÃO IMPORTANTE TRABALHO!!!!
Fique em paz!
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Depois de tudo que disse, como você diz que não é fã?
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AH! Eu prefiro dizer que sou Fã mesmo.
Matenha essa energia criativa para sempre.
Belíssimas Obras.
PARaBéNS Cristian.
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Terminei de escutar todos os anteriores por agora, baixando este para escutar. Muito legal seu PodCast
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Christian,
O que dizer….profundo o seu podcast.A qualidade do som fantastica, trilha sonora idem.
É um assunto que faz pensar muito, principalmente na abordagem das religiões.
No cristianismo nem a moral, nem a religião têm qualquer ponto de contado com a realidade. São oferecidas causas puramente imaginárias (‘Deus’, ‘alma’, ‘eu’, ‘espírito’, ‘livre arbítrio’ – ou mesmo o ‘não-livre’) e efeitos puramente imaginários (‘pecado’, ‘salvação’, ‘graça’, ‘punição’, ‘remissão dos pecados’). Um intercurso entre seres imaginários (‘Deus’, ‘espíritos’, ‘almas’); uma história natural imaginária (antropocêntrica; uma negação total do conceito de causas naturais); uma psicologia imaginária (mal-entendidos sobre si, interpretações equivocadas de sentimentos gerais agradáveis ou desagradáveis, por exemplo, os estados do ‘nervus sympathicus’ com a ajuda da linguagem simbólica da idiossincrasia moral-religiosa – ‘arrependimento’, ‘peso na consciência’, ‘tentação do demônio’, ‘a presença de Deus’); uma teleologia imaginária (o ‘reino de Deus’, ‘o juízo final’, a ‘vida eterna’).”
O homem que vê mal vê sempre menos do que aquilo que há para ver; o homem que ouve mal ouve sempre algo mais do que aquilo que há para ouvir.
Valeu esperar.
Muito obrigado.
As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras
Friedrich Nietzsche
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Meu Caro Christian!!!
Novamente meus Parabéns Pelos incríveis Podcatsts…
Conheci o Escriba Café no sábado e posso dizer que já sou fã de carteirinha…rsrsrs…
Ainda não escutei muitos Podcasts, mas todos que escutei são MARAVILHOSOS!!!
Realmente Parabéns!!!
Continue Sempre Assim!!!
Um Grande Abraço…
Jonathan.
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Feliz em vê-lo no “ar” novamente.
Vou ouvir em poucos minutos
Um abraço,
Mario 5
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Nossa, adorei, muito bem elaborado e profundo. Me fez repensar o meu conceito de herói! =)
Você havia dito que o audio podia ter perdido qualidade, mas achei a qualidade excelente, ok, não sou nenhum especialista em audio, mas achei ótimo. A trilha sonora ótima também, pergunta, como chama aquela música que tocou no final?
Aguardo ansioso pelo próximo dia com 9 e pelo novo ciclo do Escriba Café!
Abraços!
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Felipe, o áudio mantém a qualidade. O problema é a edição em geral. Com o Garageband fica muito limitado. Nem queira saber quanto tempo gastei para fazer a máquina do tempo com esse software… Estou fazendo milagre com ele aqui.
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Entendi! Deve ser trabalhoso mesmo.
E com relação a música no final? Como chama?
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Muito bom!!!
Como sempre, você é brilhante.
Gostaria muito que você editasse os seus textos aqui.
Seria bom ler e acompanhar junto com o Podcast.
São tão bons que podem virar temas de estudos em escola.
Pense nisso.
Obrigado.
GILBERTO ALVES
Lapa – Rio de janeiro
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Faço minha a sugestão do Gilberto!
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É complicado, Gilberto. Mas estou reformulando todos que ainda tenho aqui. Formatando, corrigindo… veremos quando sai. Grande abraço e obrigado!
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Super parabens pelo podcast, andei escutando os anteriores e agora nao paro mais de ouvir….
Parabens Cristian!
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Obrigado, Alyson. Grande abraço!
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Olá!!!
Deixando o objetivo principal do podcast 63 um pouco de lado, não pude deixar de comentar sobre o Inri.
Christian, você disse que os cristãos o chamam de louco. Como não sou cristão, minha opinião muda consideravelmente. Assistindo-o em várias emissoras, viajando em vários países, e outros continentes, não posso chamá-lo de louco!
Edir Macedo é louco? Acredito que não. São dois casos bem parecidos, ambos são “loucos” de espertos. A diferença somente é o tamanho das contribuições.
Christian, o patrocionio anda muito em baixa? Como você escreveu sobre a rica cultura intelectual do povo brasileiro no artigo passado (EU ME PROSTITUO), presumo que seja capitalista? E se assim for, não seria a hora de mudar o subterfúgio? Nós, o povo brasileiro exoramos por LIXO.
Brincadeiras a parte, parabéns pelo podcast. Luiz
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É um dilema, Luiz. Money for nothing… Quem sabe quando eu passar fome e perder a dignidade eu não invisto em bundas e esculacho. Mas por enquanto o capitalista aqui consegue levar a vida sem capital
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A seleção natural favorece indivíduos que tem ou não dignidade? A minha está intacta, porém, por vezes penso se a vantagem em tê-la é maior que a desvantagem?
Edir Macedo ou Paulo Maluf são pessoas que aparentemente não transparecem ter dignidade. Contudo, me parece que a seleção natural está a favor desses indivíduos.
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Enfim…
Quando um novo episódio demora a sair é sempre um angustia sem fim. Mas quando sai um novo, a satisfação de escutar sempre compensa.
Mais uma vez um excelente podcast.
Abrindo nossas mentes para refletir sobre o mundo que nos cerca.
Espero que você esteja preparado para a quantidade de recados que irá receber por mais uma vez ter falado sobre religião. Infelizmente muitas pessoas não aceitam escutar algumas verdades.
Abraços.
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Obrigado, Bruno. Até agora não apareceu ninguém. Não vale a pena discutir com um reles mortal como eu.
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Desculpe Christian, mas tenho que defender as leis.
Quando o artigo 5°, em seu caput, da Constituição Federal estabelece que “todos são iguais perante a lei. sem distinção de qualquer natureza(…)”, não quer equiparar, como você chamou, os cidadãos honestos a bandidos, a fora das leis. Até mesmo porque se todos realmente fôssemos iguais, como está positivado na lei, não teríamos famintos e nem bandidos.
O Estado de Direito, a Democracia, a Igualdade e a Liberdade, estão inteiramente ligados. A partir do momento que um desses elementos, que são regulados pelo governo e pelas leis, e influênciados pelo sistema econômico, não apresente seu perfeito funcionamento, os outros também não irão apresentar. Conseqüentemente iremos ter uma desigualadade abissal na sociedade, gerando nada mais, nada menos no que temos hoje.
Não podemos ter nenhum herói pelo simples fato da natureza humana ser egóica.
Montesquieu em sua teoria da moderação dos poderes, dizia que no governo republicano, o regime depende dos homens, e é demasiado frágil por pousar na virtude destes. A república não tem princípio de moderação , ela depende de que os homens mais virtuosos, os heróis, contenham seus próprios apetites e contenham os demais. E não funcionaria, pois não teríámos ninguém para moderar um ao outro, e o “herói” iria impor seus ideais naquele povo.
Para Montesquieu, a república é o regime de um passado em que as cidades reuniam um pequeno grupo de homens moderados pela prórpia natureza das coisas.: uma certa igualdade de riquezas e de costumes ditada pela escassez. Com o crescimento das cidades, o desenvolvimento do comércio e o aumento da diversificação das riquezas a república se torna inviável: numa sociedade dividida em classes, a virtude (cívica) não prospera.
o que ocorre é que o ser humano pode ser o seu próprio herói, mas este não vê isso. A partir do momento em que a eqüipotência for empregada em uma sociedade, realmente da maneira que deve ser empregada, um homem moderar o outro, teremos vários heróis.
Talvez o maior herói da sociedade contemporânea seja Deus. A idéia que Deus é um ser perfeito e absoluto foi inventado pelo homem, porque representa tudo aquilo que o homem gostaria de ser. Segundo Feuerbach a religião é uma projeção dos desejos do ser humano. Deus nada mais é do que o homem perfeito, o “super-homem”. Deus não nos criou a sua imagem e semelhança, nós o criamos a assim.
Deus é a própria essência humana. Mas, em vez de reconhecer que a essência está nele mesmo, o homem coloca-a fora dele, em um ser espiritual que ele mesmo criou/projetou. O ser humano portanto, aliena-se.
A alienação é, justamente, quando o homem não percebe as coisas como elas são. O ser humano está alienado quando não percebe a si mesmo, não reconhece a sua própria essência.
A procura por um herói é a maior forma de alienação que o homem pode exercer.
Christian, no que você diz a respeito sobre a espera de uma novo profeta, posso garantí-lo que este ponto não faz parte do dogma da Igreja Católica. Quando Jesus veio a Terra, foi formada a Eterna Aliança. Deus não castigaria mais os homens, e aquele seria o primeiro e último messias.
Obs: como sempre, trilha sonora magnífica, e essa até com direito ao Pink Floyd.
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Olá Gigi, quase tudo o que você falou se confirma no que eu falei no podcast, então não vejo o porque de argumentar muito. Mas quanto ao “sermos iguais” ou não, aí entraríamos em uma discussão sem fim, mas só pra deixar um exemplo bem sutil: lembra-se do caso de um cabeleireiro que foi preso por ter dois cigarros de maconha em casa? Foi preso como traficante e colocado numa cela cheia de assassinos. Em menos de um mês ele foi espancado até a morte.
Já quanto aos cristãos (católicos inclusive) esperarem a volta de Cristo, pode-se confirmar o fato em várias passagens da bíblia.
Obrigado pelo comentário, foi muito enriquecedor.
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Talvez a minha enfatização não ficou clara para o fim que desejava.
Mais uma vez, no que refere-se a questão da igualdade, acho que o senhor está demasiado equivocado. A igualdade é vista como um direito fudamental da nossa sociedade. Em uma interpretação sucinta, a igualdade constitucional prega que todos temos os mesmo direitos.e deveres, Sendo esta uma igualdade formal, ainda temos a material, exposta por Aristóteles, quando este disse que não há nada mais justo que tratar os iguais de maneira igual, os desiguais de maneira desigual. As leis são lindas, os homens que as tornam obscuras.
Se o senhor pegar qualquer panfleto, dado nas missas católias, para que esta seja acompanhada com este, verás na parte da consagração da hóstia sobre a Eterna Aliança.
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A discussão sobre igualdade pode-se resumir numa frase que ouvi outro dia: Todos são iguais perante a lei – é aí que começa toda a injustiça. Você tem razão quanto as leis se tornarem obscuras pelos homens.
Quanto ao panfleto: nunca peguei num desses, não costumo frequentar igrejas e não faço a menor idéia do que esses panfletos falam. Mas sei que a bíblia – o livro sagrado e guia dos sacerdotes, afirma que Cristo retornará para levar as pessoas boazinhas e deixará os maus e hereges como eu para a besta fazer a festa. Pois bem, é o que a bíblia diz, mas se nem a bíblia a igreja está seguindo mais, então a coisa está feia mesmo.
P.S: Eu não sou “senhor”.
Grande abraço!
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Nesse ponto que você disse sobre a igualdade, concordo com você Christian.
Referente a Eterna Aliança podes pesquisar que irá encontrar sobre ela. Antes de ser uma pessoa iluminada acreditava em deus, e ia as missas, tenho um grande conhecimento sobre a Igreja Católica, seus dogmas e míserias.
ps: perdoe-me pelo senhor.
Abraços
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Seu podcast dessa vez falou tudo, não é preciso acrescentar mais nada. Está perfeito e bem dito! Parabéns! Ainda temos tempo de percebermos que os heróis somos todos nós e que somos nós também que temos influencia sobre aqueles que estão no poder, e não ao contrário!
Grande abraço.
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Obrigado! Grande abraço para você também!
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Notei uma conexão desse podcast com seu livro.
Parabéns pela excelente qualidade deste podcast.
Seria Hugo Chávez nosso próximo “herói” ?
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Obrigado, Patrick. Aproveitando: Tem alguma crítica/sugestão quanto à “Escala Patrick de avaliação de podcasts”?
Abraços
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Excelente programa, o melhor dos últimos. Adorei o tema e a abordagem.
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Christian, excelente podcast. Venho acompanhando há alguns meses e esta edição foi incrível. Parabéns pelo trabalho e vida longa ao Escriba Cafe.
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Não nos deixe Sr Cristian! O que vou fazer sem seus ensinamentos? Vc abriu meus questionamentos. flw
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Olá Cristian, Muito bom esse podcast.
O mundo está realmente de heróis, mas como onde está o homem ali está a falha, os heróis não poderiam ser simples seres humanos… mas sim alguém além deles.
Apesar de suas várias críticas às religiões sou um cristão evangélico, e tenho como meu principal herói Jesus Cristo, e sim, ele disse que voltaria, mas ele não voltou na forma do Inri Cristo, e não é só porque ele não faz milagres que não creio nele, e porque o verdadeiro Jesus quando voltar não será mais como da primeira vez que ele veio, mas com todo poder e glória…
Enfim, não quero começar aqui uma discussão sobre religiões, mas sim apenas expressar a minha opinião.
Gosto muito desse podcast e deixo os meus parabéns por mais um excelente trabalho.
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Olá Samuel,
Você sim é um religioso com quem valha a pena argumentar e, principalmente, respeitar. Sua opinião, obviamente contrária a minha, merece reflexão de minha parte para a interpretação da volta do messias cristão, como homem ou como um grande poder sobrenatural que irá mudar ou acabar com a humanidade. Não acredito nisso como fato ou profecia, mas é bom entender as diversas interpretações do que, ao meu ver, é mitologia.
Obrigado pelo comentário e também lhe parabenizo pela sobriedade e por não ser mais um dos muitos que se ofendem e não aceitam qualquer opinião contrária à sua crença. Um grande abraço.
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Olá Christian,
Primeira vez aqui no seu site. Gostei muito.Achei o podcast forte e a trilha sonora muito bem escolhida (forte como o tema). Se puder , gostaria de colocar minha modesta opinião.
Não acredito mais em religiões, foi uma longo caminho até chegar ao ponto que estou hoje. Sinto -me feliz, pois na época em que era catolica sofria muito. Nas religiões tem muita hipocrisia e não vejo hoje nenhum beneficio nelas.Falar que o Cristo me salvou, se assim o fosse este planeta seria o paraiso, já que todos teriam sido perdoados ( não é este o fato do Cristo ter morrido na cruz, para nos salvar dos nossos pecados).Ai vem a contradição: quando eu morrer serei julgada pelos meus erros???? Hora então o Cristo morreu para que? Para salvar quem?????
Não acredito que Jesus vá voltar, ele era um humano como tantos outros antes dele. Ele apenas sabia manusear as energias de que somos feitos. Para mim hoje é somente isto, energia e consciência. Admito a possibilidade de algo superior a nós, mas não este Deus das religiões.A biblia tem muita bobagem nela é só verificar. Esta é minha opnião. Respeito quem tem religião, mas eu não perco mais meu tempo com isto.
O Seu podcast é muito bom.Ficarei esperando pelo proximo.
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Olá grande Christian!
Parabéns pelo ótimo trabalho neste podcast, meu episódio favorito, juntamente com a trilogia sobre Roma. Você é mesmo um ser humano iluminado, grande sabedoria e de boa comunicação.
Parabéns novamente.
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Saudades, saudades, saudades!
Olá Christian,
Uns podcasts eu gosto mais outros menos… Este eu gostei menos…
Amo o modo como é polemico. E faz a gente pensar. Refletir.
Um Abraço,
Paula
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Bom dia Christian, parabens pelos podcast a partir de hoje (achei seu blog na net hoje) sou seu fã na medida do possivel estou ouvindo todos os episodios eu e o meu sobrinho que tem 10 anos gostamos muito de ouvir. Novamente parabens…
Att
Sebastião
e
Lucas
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Christian, ficou excelente o episódio, ótimo para reflexão. Dias atrás conversava com um amigo sobre estado laico, agora com o podcast vejo ainda mais a importância da religião para algumas pessoas.
Fui um dos que indicaram Mac como nova máquina, principalmente para criação de podcast. Qual software você usava no Windows? Se tiver algum problema com o Mac, entre em contato, ajudarei no que for possível.
Grande abraço.
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Cristian, parabens pelo exelente episodio.
grande abraço.
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Cara brilhante … nem sei mais quantas vezes ouvi esse podcast, gostaria de saber se você tem algum falando sobre a religião catolica na verdade a questionando nossa daria um podcast irado … enfim parabens excelente episodio
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Christian, simplesmente excelente!!!! Costumo ter um senso muito crítico em tudo que ouço, principalmente ao que se refere a religião mas todos os seus podcast’s que fazem referencia ao assunto não permitem críticas destrutivas mas só elogios ( é claro que não incluo nessa afirmação os intolerântes fanáticos). Comecei pelo nª 63 e toda vez que entro na net, tenho que se quer ouvir um ,quando não ouço três ou quatro; logo vou ficar na angustia de esperar pelo próximo podcast como todos que visitam e admiram seu trabalho. Parabéns e que seu talento só aumente para o nosso próprio aproveitamento cultural. Obrigado e abraços.
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Muito bom podcast!!!
Obrigado por estar de volta…
abraçosss
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Christian,
Parabéns pelo podcast, a edição, assim como o tema e texto, é primorosa.
Sobre a bola que você levantou, posso afirmar que observei muitos comportamentos diferentes em relação a fé, da cristã a pagã. Em relação a cristã, nem todos aqueles que acreditam em Cristo aguardam o seu retorno, acredito eu que muitos esperam a redenção, mais do que o retorno.
A questão que sempre levanto está no princípio de tudo, da nossa relação com a fé e os mitos. Na minha opinião, Jesus se torna algo muito mais grandioso se for visto apenas como mais um humano, um humano que se dedicou para fazer o bem em prol do próximo. Nas escrituras isto é dito quando é definido claramente que ele foi feito em nossa imagem, que todos nós somos filhos de Deus. Ou seja, se todos nós somos filhos de Deus, um não tem diferença sobre o outro, um não é mais filho do que o outro e isto sim reforça Jesus de Nazaré apenas como um humano e um exemplo que pode ser seguido.
Só que realmente precisamos de heróis, estes tão grandiosos que os atos não bastam, precisa ter algo maior que o torne uma meta distante demais para atingirmos ou nos compararmos. Isto também nos coloca em uma posição comoda em que apenas seguimos os designeos deste herói, passamos a não ser tão responsáveis assim pelos nossos atos ou pelo bem estar daqueles que nos cercam.
Mas esta posição comoda não é apenas um “privilégio” dos fieis, também é dos ateus. Pois quando abolimos a possibilidade de algo além de nós, a existência do místico ou mitológico, podemos de forma comoda assumir que tudo que se faz na terra, se paga na terra. E isto basta, ou seja, após a morte tudo chegará ao fim e não precisaremos responder por nada. Mais uma vez nos vemos em uma posição sem a necessidade de assumir as responsabilidades de nossos atos.
A massa – nesta a qual todos nós estamos incluídos em algum momento – tem o hábito de transmitir as responsabilidades para outro. Nos acostumamos com isto desde crianças, quando nossos país “são” responsáveis para decidir tudo por nós, Depois, preferimos que nossos mestres decidam o que iremos aprender. Nossos chefes são responsáveis em manter a nossa fonte provedora de receita, até quando nos tornamos pais e passamos a responsabilizar nossos filhos pelas decisões que tomamos e assim se repete em todas as áreas, desde a eleição do síndico até do presidente da república. Lavamos nossas mãos pois a responsabilidade não é mais nossa.
Acredito estar me perdendo, pela hora e pelo tamanho do “comentário”. Mas como conclusão quero dizer apenas que este ciclo de transferências garante que nossa auto-estima seja mantida baixa, facilmente saciada com pequenas realizações de consumo e aos poucos vamos deixando de ser humanos para sermos portadores de carteiras.
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Muito bom! Como sempre
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Christian, creio eu que a sua visão de liberdade, igualdade e até mesmo de democracia só pode ser alcançada de uma maneira… Recomendo que você conheça a filosofia libertária (o Libertarianismo). Excelente podcast!!!
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Ola equipe do escriba café, é a primeira vez que estou acessando o site de vocês e já virei fã….adorei e estarei indicando para outros, parabens por sua criatividade!
realmente precisamos de herois hoje…rs
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nossa, parabéns pelo cast, só me falto saber o nome do pessoal que apresenta de fato, sou novo por aqui mais vou me acostumar, tenho direito de ouvir o cast pela 3° vez? kkkk
abrç e parabéns, parece que eu estou em um filme ao escutar esse cast.
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Caro Christian, infelizmente só tive contato com o escriba café a pouco tempo, desde então venho baixando os podcasts antigos e ouvido, para colocar em dia. Quando comecei achei seus podcast de uma qualidade excepcional e que não havia como melhorar porem depois de tantos podcasts já ouvidos vi que estava completamente enganado você vem superando todas as expectativas a cada podcast. Parabéns você é o maior exemplo de melhoria continua que eu conheço.
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Muito Bom!! Acabou de ganhar mais um seguidor o/
Alguém pode me dizer o nome da música de encerramento do cast??
Valeu!
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Escriba Cafe: TudiBão
O Cara é fantastico!
Parangolens pelos pods, continue com essa energia e que a FORÇA esta com voçe.
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Todos os teus podcasts são fantásticos, um trabalho muito bem feito com sonoplastia, etc. Mas, o que mais me chamou a atenção realmente foi a mensagem. Muito boa! Se me permitires, gostaria de usá-la numa aula de filosofia de ensino médio. Creio que dará uma ótima discussão.
Normalmente temos a ilusão de que um herói seria a solução para nossos problemas. Embora possa ser útil em alguns aspectos, a história nos mostra o quanto será pernicioso em outros e que no frigir dos ovos, o resultado será negativo.
Muito bom!
Abraços
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“A discussão sobre igualdade pode-se resumir numa frase que ouvi outro dia: Todos são iguais perante a lei – é aí que começa toda a injustiça.”
“Perante” a lei é bem diferente de igualdade “na” lei.
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Gosto muito de ouvir suas produções, mas discordando da opinião expressada no podcast 63 me senti na obrigação de compartilhar meu ponto de vista.
Você tem razão em dizer que, quando um ser humano exerce grande poder poder sobre os outros, ele tende a se tornar um tirano.
Mas creio que Nietzsche estava totalmente enganado em sua afirmação.
Não devemos confundir cristianismo com religiões, que podem ou não distorcer os ensinamentos deixados por Jesus Cristo.
Pense nos seguintes pontos:
Ele nunca foi um covarde, o que conhecemos de sua vida é que ele pregava um outro reino dentro do império romano, e uma nova doutrina para os judeus, ambas ações que lhe poderiam conferir e verdadeiramente lhe conferiram uma pena capital, com direito as mais perversas torturas.
Maior coragem ainda demonstrou, quando Pilatos lhe pediu que negasse ser o rei dos Judeus e as ações que vinha praticando, pois assim seria liberto.
Ora, se Jesus Cristo fosse um covarde ele teria voltado atrás e não sofreria o dano em sua carne. Mas, valorosamente, preferiu deixar sua mensagem intacta para a posteridade.
Ele sempre atacou abertamente a hipocrisia dos escribas, dos fariseus e dos doutores da lei, e falava com autoridade não se mostrando fraco. Basta ler os evangelhos.
Ele defendeu as mulheres.
Ele acusava o Sumo Sacerdote e os maiorais do templo de ilicitamente se aproveitarem de seus cargos, usurpando o povo.
Em suas pregações ele ensinava que era melhor sofrer o dano, de que render-se ao mal, à corrupção, e para isso é preciso ter muita coragem.
Ele defendeu a fidelidade, o amor e a misericórdia e não o nojo contra o próprio corpo.
A instituição do celibato foi feita pela igreja católica e não por ele.
E preciso entender a mensagem e a intenção do Mestre, e tudo isso a dois mil anos atrás.
Enfim ele nos ensinou a não nos deixarmos seduzir pelas facilidades e pelo culto ao “Eu”, mas a respeitar os nossos semelhantes e combater a opressão dos tiranos.
Quando você afirma que o cristianismo é a causa das misérias atuais, te vejo na posição do herói que deseja erradicar o “mal” da humanidade se tiver a oportunidade.
Não me interprete mal, mas defendo o livre arbítrio, que nos permite a todos pensar de forma diferente.
Cara, você é cristão ate no nome (brincadeira).
Grande abraço e continue com o excelente trabalho,
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Òtimo d+
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