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A maldição de Tutankamon

Por Christian Gurtner


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Depois de 9 anos de seu nascimento, ele assumiu o trono do Egito, tornando-se um dos mais jovens faraós da história. Depois de 9 anos de reinado, ele morreu.

Apesar de muito jovem, Tutankamon (1336–1327 AC) foi um bom faraó e reparou vários danos causados por seu pai, Akhenaton, incluindo a restauração da antiga religião (seu pai havia instituído o monoteísmo, causando diversas revoltas)

A morte de Tutankamon guarda vários mistérios e, para deixar a história mais estranha ainda, ele, supostamente, matou várias outras pessoas 3.000 anos depois, através daquela que seria conhecida como “A Maldição de Tutankamon”.

A crença na maldição surgiu depois que várias pessoas, que tiveram contato direta ou indiretamente com a tumba do jovem faraó, morreram de forma inesperada.

A tumba de Tutankamon foi uma das maiores descobertas arqueológicas da história, isso devido ao estado de conservação e o inestimável tesouro intocado que jazia junto a múmia (é raro encontrar tumbas que não foram violadas e destruídas por saqueadores ao longo dos milênios) Ela foi descoberta, intocada, em 1922 pelo arqueologista Howard Carter.

Lacre da tumba, pouco antes de ser aberta

Ao contrário do que pregam as inúmeras lendas sobre o caso, ninguém morreu imediamente ao entrar na tumba. Tampouco houve uma morte “inexplicável”. Mas o fato de, ao longo dos anos, os descobridores da tumba, alguns assistentes e visitantes terem falecido, já foi o bastante para mexer com a imaginação das pessoas.

Howard Carter analisando o sarcófago em 1922

Um dos “assassinos de aluguel” de Tutankamon merece destaque: o fungo Histoplasma capsulatum. Causador de uma doença sistêmica em pessoas com a imunidade baixa, ele vitimou alguns “violadores” da tumba “amaldiçoada”. O fungo sobreviveu na tumba graças a umidade e a falta de luz, prosperando por milhares de anos. E fazendo sua última vítima várias décadas depois, quando matou uma turista que tocou nas paredes da tumba.

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