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    • Será que temos, mesmo, o livre arbítrio?

      Dentre tudo que se junta para tentar dar sentido à vida, à sociedade e até mesmo à religião, o livre arbítrio talvez seja um dos pilares da resposta. Mas, e se... O livre-arbítrio não existe? Numa experiência realizada nos anos 80, o fisiologista Benjamin Libet demonstrou que o cérebro de uma pessoa mostra atividade elétrica antes de, por exemplo, ela mexer a mão. Na verdade, o que acontece é que, antes mesmo de a pessoa tomar, conscientemente, a decisão de mover a mão, seu cérebro já havia tomado essa decisão, fazendo com que nossa consciência, ou aquilo que pensamos ser o momento que tomamos uma decisão, nada mais é do que uma testemunha de uma decisão que já tinha sido tomada pelo subconsciente. Vários outros experimentos posteriores mostraram o mesmo fenômeno. A neurociência, principal responsável por colocar o livre arbítrio em cheque, prega que, se tivéssemos tecnologia o suficiente para mapear a estrutura e química do cérebro de um indivíduo, poderíamos acertar com 100 por cento de precisão qual seria a reação desse indivíduo a qualquer estímulo. Mas o subconsciente é parte da mente da pessoa, não caracteriza isso uma forma de tomada de decisão livre? De acordo com vários estudiosos, não. O neurocientista Sam Harris, autor do livro Free Will, conclui que o subconsciente de cada um nada mais é do que o resultado de seus genes e o ambiente no qual foi inserido e criado. Assim, qualquer decisão nossa será uma reação que foi moldada por esses fatores, os quais também estão fora de nosso controle. Não podemos escolher nossos genes nem nosso ambiente de criação. E assim, nossas experiências no mundo são causadas ou por fatores externos ou por reações baseadas em nossos genes e ambiente, fazendo com que essas experiências também sejam fatores externos. E é por meio de nossas experiências que vamos construindo nossa vida. Ou seja, não houve nenhuma decisão particularmente nossa, e sim uma reação baseada em como nosso cérebro foi programado por outras pessoas/fatores. Isso coloca no limbo estruturas básicas de nossa sociedade. O sistema penal, por exemplo: quem comete um crime o está fazendo por que tomou a decisão de cometer ou porque teve o azar de ter nascido com aqueles genes e ser criado naquele ambiente? Numa sociedade de robôs que se dividem entre sortudos e azarentos - e nada mais - como podemos conviver conscientemente com isso? Vamos parar, sentar e só assistir? Vamos nos iludir que estamos tomando nossas decisões? Se estivéssemos certos de que não temos livre arbítrio, é bem provável que todo nosso conceito de moral cairia abaixo, já que qualquer ação sua, na verdade, foi causada por um mecanismo que já estava em andamento muito antes de você nascer. É como uma pessoa culpar o seu signo por ser uma megera insensível. O fato é que, como demonstrado em outros experimentos, acreditar no livre arbítrio impede as pessoas de cometerem atos imorais, como trapacear e roubar, deixando também as pessoas mais caridosas. E é essa ilusão que nos sustenta em sociedade. Mas Sam Harris defende seu ponto e afirma que, aceitando que não temos o livre arbítrio propriamente dito, podemos aprofundar nossos estudos sobre o cérebro humano e, entendendo por completo seu funcionamento, será fácil evitar que as pessoas, por exemplo, desenvolvam tendências criminosas ou fanáticas desde o nascimento. Mas o outro lado da história, que, por falar em história, já é tão antigo quanto nossas primeiras perguntas existenciais, mantém-se nessa eterna guerra entre livre-arbítrio e o determinismo. Determinismo vs Livre-Arbítrio O determinismo é o princípio de que tudo no universo está interligado e que tudo, inclusive o comportamento e as ações humanas, são predeterminados e sujeitos a regras imutáveis, sendo a sensação de liberdade pura ilusão. Medonho, não? Mas é praticamente isso que experimentos como os já citados buscam provar. A questão é que o determinismo parece ser completamente oposto ao livre-arbítrio. Mas, e se pudéssemos unir ambos? Compatibilismo Defendido por grandes filósofos como Thomas Hobbes, John Locke, David Hume, Arthur Schopenhauer e John Stuart Mill, o compatibilismo afirma que somos livres e determinados. Ou seja, não há conflito significante entre as duas filosofias. O Princípio das Possibilidades Alternativas de Peter Van Inwagen defende o compatibilismo, afirmando que mesmo que ações sejam predeterminadas, podemos agir de maneira diferente por termos várias possiblidades, e a nossa escolha dependerá de nossa ação. Você ter lido esse texto até aqui foi algo predeterminado, uma livre escolha ou ambos?

    • A Idade das Trevas Digital

      Na sala da casa no meio do bosque, a estante cheia de livros era iluminada pela lareira - que espantava também o frio do outono. Os livros eram os mais variados, desde romances de Agatha Christie até tratados filosóficos. Mas além dos livros, havia também cartas trocadas entre o velho e parentes e amigos do passado e fotos. Eram fotos que remontavam três gerações, de 1900, até o ano de 2010. Mas esse era o ano de 2090, quando uma avalanche vinda dos alpes ao lado do bosque, soterrou a casa enquanto o mundo estava numa grande guerra mundial que aniquilaria boa parte da civilização. É engraçado pensar que em meio a toda a discussão sobre o aquecimento global, algumas regiões do planeta ficavam gradativamente mais frias e, por isso, a neve que soterrou a casa jamais derreteu. No ano de 5900, por algum milagre, o ser humano ainda não tinha se autodestruído por completo. Uma equipe num laboratório recebe um alerta automatizado de uma das sondas que, diariamente, tiravam amostras do solo e do ar de toda a parte do planeta para os mais diversos fins. Esse em especial mandava seus dados processados, de uma área coberta por gelo: algo tinha sido encontrado ali. Pouco tempo depois, uma equipe de arqueólogos, usando equipamentos robóticos e lasers, rapidamente limpam com precisão toda a área, revelando aquela casa de mais de três milênios inacreditavelmente preservada. Por alguma sorte bioquímica que não se sabe explicar, a casa - e todo o seu conteúdo - estava exatamente como no dia em que foi soterrada. Aquilo foi um grande achado para os historiadores que, há muito, tentam saber como foi o século XXI e XXII, e uma casa completa preservada daquele jeito era o santo graal para remontar a história da vida privada dos humanos naquela época. Mas novamente se deparam com um antigo problema: após analisar todo o material da residência, percebem que não há mais fotos e cartas depois de meados do ano 2000. Boa parte da história da vida privada no século XXI e XXII simplesmente não existia. O que aconteceu? A resposta provavelmente estava naqueles arcaicos computadores e telefones que os historiadores encontravam por todos os lados, mas depois da tempestade eletromagnética que afligiu o planeta no século XXII, não sobrou muita coisa. Uns poucos que encontraram em condições de leitura, continham dados tão antigos e obsoletos que não puderam ser recuperados. Mas não é só isso.... Os cientistas de hoje afirmam que estamos na iminência de uma "idade das trevas digital", ou um "buraco negro da informação". Isso porque as fotos, livros e "cartas" das pessoas estão 100% na "nuvem" ou em algum HD. Quando um membro dessa geração morrer, toda sua memória e documentos históricos estarão trancados atrás de alguma senha do Google, Apple ou num HD, com grandes chances de que nunca sejam recuperados. Enquanto os historiadores de hoje se deliciam com cartas trocadas entre personalidades históricas que nos ajudaram a conhecer a história de toda uma época, desde Plínio, o Jovem contando sobre o ocorrido em Pompeia até Einstein debatendo ciência com outras personalidades, os historiadores do futuro não contarão com isso. Os emails e conversas em aplicativos estão protegidos por senha e criptografia. Além disso, documentos, registros públicos, dados de experimentos e pesquisa, notícias e outra infinidade de conteúdo estão no meio digital, o que com o tempo, se nada for feito, também serão perdidos para sempre: seja por formatos obsoletos ou arquivos corrompidos. Um exemplo recente disso são os dados da Viking, da NASA, que pousou em Marte em 1976, que não podem mais ser lidos por estarem obsoletos. Vint Cerf, do Google, chama o século XXI de "Século Perdido". Ele, e várias outras organizações estão na vanguarda para evitar essa Idade das Trevas digital, procurando formas de manter toda nossa informação digital protegida. E como farão isso com as fotos privadas atrás de senhas na nuvem? Imagina seus nudes e constrangedoras fotos de bebedeira expostos em um museu no ano de 5900? É engraçado. Mas me faz pensar em como estamos levando nossa vida. Tudo o que você está fazendo te faria sentir orgulho ou passar vergonha caso fosse exposto num museu?

    • Pompeia

      Breve história de Pompeia e Herculano - e o trágico fim que as fez desaparecer por séculos - e a filosofia soterrada com elas. Direção, produção e edição: Christian Gurtner Roteiro e Pesquisa: Christian Gurtner Bond, Sarah. “August 24, 79: An Hour-By-Hour Account Of Vesuvius’ Eruption On Its 1,937th Anniversary.” Forbes, 24 Aug. 2016, www.forbes.com/sites/drsarahbond/2016/08/24/august-24-79-an-hour-by-hour-account-of-vesuvius-eruption-on-the-1937th-anniversary/?sh=5c3a56945137. Accessed 28 Dec. 2020. Carta a Meneceu (Sobre a Felicidade) 1 -O Estudo Da Filosofia. “Did Vesuvius Vaporize Its Victims? Get the Facts.” Science, 16 Oct. 2018, www.nationalgeographic.com/science/2018/10/news-pompeii-deaths-vesuvius-vaporized-skulls-exploded-chemistry/. Accessed 7 Dec. 2020. Lynch, Patrick. “7 Things You Didn’t Know About the Tragic Town of Pompeii and the Volcanic Eruption That Destroyed It.” HistoryCollection.com, HistoryCollection.com, 7 Aug. 2017, historycollection.com/7-things-didnt-know-tragic-town-pompeii-volcanic-eruption-destroyed/2/. Accessed 15 Dec. 2020. “The Destruction of Pompeii, 79 AD.” Eyewitnesstohistory.com, 2020, www.eyewitnesstohistory.com/pompeii.htm. Accessed 22 Dec. 2020. Transcrição do episódio Carta de Plínio, o jovem, para Tácito. “Meu tio estava em Misenum, no comando ativo da frota. Em 24 de agosto, no início da tarde, minha mãe chamou sua atenção para uma nuvem de tamanho e aparência incomuns. Ele calçou os sapatos e subiu até um local que lhe desse a melhor visão do fenômeno. Não estava claro a essa distância de qual montanha a nuvem estava subindo… mais tarde descobriríamos que era o Vesúvio.” Pompeia, 23 de agosto do ano 79 O sol nascia e as ruas da cidade costeira começavam a se movimentar. Como somente algumas casas possuiam um sistema de ágúa, a maioria dos vinte mil habitantes tinha que buscar o precioso líquido logo cedo nas fontes públicas. Nas casas pão e queijo eram servidos no café da manhã e nas ruas as barbearias já estavam cheias. As barbearias eram também locais para conversar e relaxar. Todas as demais lojas do comércio da cidade também começavam a funcionar. Todos se preparavam para mais um dia de trabalho - ou de lazer, já que a cidade era um conhecido ponto turístico e refúgio de ricas famílias romanas que mantinham propriedades ali para passar as férias. Durante a tarde as ruas voltavam a se encher. No fórum as pessoas iam e vinham e muitos discutiam assuntos relacionados a cidade. Os bordéis também estavam movimentados. O mais famoso deles, chamado Lupanar, era decorado com mosaicos e pinturas eróticas de várias cenas de sexo. Havia também nesse bordel um marketing de vanguarda: os clientes eram pedidos a deixar uma avaliação sobre o serviço prestado e a performance das prostitutas. E assim podia-se ler inúmeras avaliações nas paredes designadas. No meio da tarde às vezes havia combates de gladiadores no anfiteatro, mas após uma grande e violentíssima briga de torcidas rivais, acabou sendo proibido por algum tempo. As Termas também estavam movimentadas naquele horário. As termas eram casas de banho que os romanos usavam para se lavar, mas também se exercitar, relaxar e fechar negócios ou fazer política. O por do sol estava próximo. Aquela luz do fim dia deixava a baía de nápoles muito bonita. O mar e a grande montanha a noroeste que chamavam de Vesúvio, ficavam particularmente belos. Não havia muito o que fazer a noite e, talvez as ruas escuras não fossem muito seguras. As pessoas voltavam para casa para jantarem azeitonas, pães, bolos e, aqueles que podiam pagar, preparavam também carnes. Prontos para descansar de mais um dia, não se importaram com um leve tremor de terra que passou pela cidade, assim como já tinha acontecido outras vezes nos últimos dias. Era hora de dormir. Ao raiar do dia, Herculano, uma cidade localizada do outro lado do Vesúvio, começava também o seu dia. A rotina era bem parecida coma de Pompéia. Herculano era também uma bela cidade litorânea muito frequentada por romanos ricos. Nas belas propriedades da cidade, vinho era servido nos jardins enquanto as pessoas discutiam sobre filosofia. Naquela época o eruditismo era sinal de status. As casas possuíam ricas bibliotecas e nas festas e banquetes as discussões filóficas duravam horas. Numa das casas, o proprietário tinha em sua biblioteca uma interessante obra chamada De rerum natura, ou A Natureza Das Coisas. Esse poema didático era dividido em seis volumes. A palavra volume vem do latim volumen, que se diz de algo que foi enrolado. E assim era os livros da época: rolos de papiro. O poema foi escrito filósofo Tito Lucrécio Caro, e coloca uma realidade mais racional sobre o homem, a natureza e um universo sem deuses. Expõe a filosofia de Epicuro, que defendia a tranquilidade espiritual e a liberdade humana. Epicuro defendia o atomismo de Demócrito, que foi largamente exposto por Lucrécio em sua obra. A importância filosófica e científica dessa obra seria claramente exposta num futuro longínquo. E naquele dia, pode ser até que alguns visitantes dessa casa, bebiam vinho no jardim enquanto debatiam a filosofia de Epicuro e a obra de Lucrécio e viram uma estranha nuvem de fumaça se erguer no horizonte. Eles não sabiam, mas Pompeia já estava sendo varrida do mapa, e em 12 horas seria a vez de Herculano. Plinio, o Jovem, estava na cidade de Misenum, que ficava a noroeste na baía de Nápoles, e tinha uma boa visão do Vesúvio. Ele estava hospedado na casa de seu tio, Plínio, o Velho, e testemunhou, todos os acontecimentos daquele trágico dia 24 de agosto de 79 e os registrou em duas cartas enviadas ao historiador Tácito. Ele escreveu: “Meu tio estava em Miceno e enquanto comandante dirigia pessoalmente uma frota. No dia 24 de agosto, por volta de meio dia, minha mãe lhe mostra o surgimento de uma nuvem de inusitado aspecto e tamanho. Saía de casa quando recebeu uma mensagem de Rectina, esposa de Tasco, aterrorizada com o perigo iminente –pois sua villa estava situada aos pés do monte e não havia fuga possível senão em barcos–: rogava que a salvasse de tamanho risco. O que começara com um espírito investigador afronta com um magnânimo. Faz sair um frota, e ele mesmo embarca para prestar auxílio não somente à Rectina, mas a muitos –pois era muito frequentada a orla. Já caía cinza sobre os barcos, mais quente e mais densa quanto mais se aproximavam; já também pedras-pomes negras e calcinadas e lascadas pelo fogo; já um repentino baixio, e as praias estavam inacessíveis pelo derruimento do monte.” Plínio, o velho, perece por consequência de sua tentativa de salvar o máximo de pessoas que conseguisse. As cartas de Plínio, o Jovem, contam também, em detalhes como foi toda a operção de resgate que seu tio montou, bem como as informações que chegavam até ele e também como os habitantes de Misenum tentaram se proteger para não se vitimarem também. Nas primeiras horas de atividade do Vesúvio, cinzas e pedras foram jogadas sobre Pompeia, o que fez com que os moradores se protegessem em suas casas. Mas o peso do acúmulo de cinzas começou a fazer tetos desabarem, causando as primeiras vítimas. Em pânico, começaram a fugir, mas para a maioria, já era tarde demais. Várias pessoas foram esmagadas por pedras lançadas do vulção e o restante da população que não tinha conseguido fugir, foi surpreendida pela nuvem piroclástica, cujo calor os fez morrer quase instantaneamente evaporando o sangue e os fluidos cerebrais e quase literalmente explodindo suas cabeças. Mais de duas mil pessoas morreram. Ao amanhecer do dia seguinte, Pompeia já não existia mais. Estava embaixo de seis metros de cinza vulcânica e púmice e, alguns anos depois, a localização da cidade seria desconhecida, praticamente esquecida. Herculano não teve um fim muito diferente, porém, a população que tinha condições, teve mais tempo para abadonar a cidade. Aproximadamente 340 pessoas morreram ali, a maioria, soterrada. Pompeia só foi redescoberta no século XVIII, quando desastrosas escavações foram iniciadas em busca de obras de arte. No século XIX os métodos de escavação foram melhorados e mais organizados, preservando melhor a cidade. No século XIX, o primeiro grande diretor do sítio arqueológico de Pompeia, Giuseppe Fiorelli, ao se deparar com a grande quantidade de corpos que era encontrada, cria uma técnica simples mas genial para criar moldes dos corpos. O fato é que os corpos que vemos hoje em exposição, não são bem corpos. Quando os habitades de Pompeia foram mortos, o calor não foi suficiente para evaporar a carne, assim, cinzas vulcânicas os cobriram e, com o passar do tempo, seus corpos de decomporam, deixando somente ar e ossos dentro de um uma espécie de forma de seus corpos. A técnica de Giuseppe Fiorelli foi preencher esses espaços com gesso, gerando assim um molde perfeito dos corpos no momento da morte. E isso junto com as cartas de Plínio e toda a escavação, nos ajudou a conhecer a história de uma cidade que havia sido esquecida há quase dois milênios. Também soterrado em Herculano, estava aquela cópia de De Rerum Natura, de Lucrécio, que só seria redescoberta ali em 1981, junto com tantas outras obras, que a casa onde estava, passou a ser chamada pelos arqueólogos, como vila dos papiros. Porém, uma outra cópia de A Natureza das Coisas havia sido descoberta séculos antes. Em 1417, Poggio Bracciolini encontra em um mosteiro alemão uma cópia da obra de Lucrécio. A filosofia que a igreja por tanto tempo não mediu esforços para enterrar, fora então novamente exposta. Essa descoberta foi tão importante que pode ter influenciado na virada da civilização para a modernidade. ‌

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    • Minha visão sobre o Escriba.

      Faço minhas as tuas palavras, PORÉM... não consigo fazer mais nada quando escuto Escriba. Gosto tanto da produção que colocar os fones, deitar em um lugar confortável e simplesmente submergir no texto é uma coisa inexplicável. Recomendo. ( Imagino o trabalho que deve dar produzir algo assim... )

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    • Minha visão sobre o Escriba.

      Vim aqui para além de elogiar, expor minha visão a respeito do trabalho feito pelo Christian Gurtner com todo conteúdo do Escriba Café. Eu conheci o podcast a pouco mais de um ano, sempre gostei de história e sempre gostei de trabalhar ouvindo algo interessante para ajudar o dia passar mais rápido, acabei conhecendo esse trabalho sensacional, e acabei consumindo muito rapidamente todo material disponível. Sempre que posso eu acabo recomendando e indicando para que mais pessoas conheçam esse trabalho, acho o formato único até gostaria de encontrar outros podcasts com esse formato e proposta pois acho simplesmente fantástico. Decidi apoiar pois me sinto feliz em contribuir para algo tão bom de alguma forma. Parabéns ao Christian Gurtner pelo trabalho incrível, e se existir alguma outra plataforma que tenha os eps antigos além da mixcloud e alguém puder indicar ficaria extremamente feliz. É isso obrigado, e grande abraço.

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